13/06/2019

Silva e Luna prevê redução em tarifas da energia produzida em Itaipu

Em 2022, um dos pilares para a atuação da usina hidrelétrica de Itaipu como uma binacional, com gestão conjunta de Brasil e Paraguai, passa por uma revisão. Entre os pontos mais sensíveis, talvez o principal seja os interesses do lado paraguaio, que hoje vende a parte produzida a que tem direito, mas não consome, para o Brasil a preço de custo. Caso queira, o país vizinho pode pleitear uma alteração do chamado “Anexo C” do Tratado de Itaipu, que rege o assunto, ganhando o direito de vender sua parte a quem quiser. E pelo preço que quiser. As informações são de Carlos Coelho na Gazeta do Povo. Embora exista o temor de que tal alteração tenha impacto no preço da energia elétrica no Brasil, atingindo em cheio o Paraná, mercado consumidor da binacional, o diretor-geral brasileiro, general Joaquim Silva e Luna, afirma que não há motivo para se preocupar. Mais que isso: garante que haverá redução no preço da energia produzida na gigante da fronteira – maior geradora de energia renovável do planeta.

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